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5 a apropriação do conhecimento pela metodologia de projetos de aprendizagem

 

 

Talvez minhas amigas tivessem vontade de fazer um outro tema, mais tenho certeza que consegui envolve-las nesse, foi um pouco complicado achar respostas para todas as nossas perguntas, algumas delas ainda estão em debate, mas valeu a pena, acho que agora todos vão ver adoção com mais ternura e quem é adotado ou pretende adotar uma criança, vai descobrir que não há nenhuma barreira para essa criança ser amada e amar seus pais adotivos se...e que através da adoção nós consigamos tirar muitas criança que estão na rua, perecendo.... que vocês possam curtir o nosso tema, demorei a construir meu diário de bordo porque sou um ser humano meio ocupado, mais valeu a pena parar aqui e me envolver com esse projeto. bjinhos a todos......... Priscila[1]

 

 

Estamos vivendo uma época de mudanças conceituais muito grandes, novas aprendizagens; passamos a conviver com a possibilidade de interatividade virtual em casa, na escola, no trabalho... Hoje podemos nos comunicar pelo sistema hi-fi, conexões a rádio, adsl, discadas etc. Desta forma pode-se dizer que o nosso planeta é um grande sistema de informações, idéias, conceitos, vivências, dentro de um contexto multicultural.

 O ser humano pode escolher onde quer estar e dialogar, através das redes, nas mais diversas áreas de conhecimentos. Podemos dizer que os jovens adoram a rede de relacionamentos, tais como orkut, msn, yahoo, entre outras. Já os educadores trabalham com várias redes para discussões, pesquisas, produções textuais, compartilhando idéias, imagens, vivências e novas teorias.

 As tecnologias de informação e comunicação têm facilitado a interatividade entre as pessoas, os países, os grupos sociais, sendo que a internet é a que mais se destaca, pela facilidade de acesso, baixo custo e a liberdade de expressão.

 A internet provocou uma verdadeira revolução teórica, de construção de pensamentos e conhecimentos, de transformação de hábitos e valores, de mudança de postura educacional. Mas, como operacionalizar em sala de aula? Uma das alternativas é a proposta de trabalho desenvolvida dentro do método de projeto de aprendizagem, proposto pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

 

5.1 Projeto de aprendizagem (PA)

 

       O projeto de aprendizagem[2] é uma proposta metodológica onde o estudante é levado a construir o seu conhecimento, aprendendo a aprender, partindo de temas que selecionou com o seu grupo de trabalho, utilizando diversos recursos on-line. O professor orienta, acompanha e faz um processo de mediação presencialmente ou virtualmente.

 

Quando falamos em “aprendizagem por projetos” estamos necessariamente nos referindo à formulação de questões pelo autor do projeto, pelo sujeito que vai construir conhecimento. Partimos do princípio de que o aluno nunca é uma tábula rasa, isto é, partimos do princípio de que ele já pensava antes.

E é a partir de seu conhecimento prévio, que o aprendiz vai se movimentar, interagir com o desconhecido, ou com novas situações, para se apropriar do conhecimento específico - seja nas ciências, nas artes, na cultura tradicional ou na cultura em transformação.

Um projeto para aprender vai ser gerado pelos conflitos, pelas perturbações no sistema de significações, que constituem o conhecimento particular do aprendiz.  Como poderemos ter acesso a esses sistemas?  O próprio aluno não tem consciência dele!  Por isso, a escolha das variáveis que vão ser testadas na busca de solução de qualquer problema, precisa ser sustentada por um levantamento de questões feitas pelo próprio estudante. [3]

 

       A aprendizagem por projetos vai tomar como referência os conhecimentos do senso comum do aprendiz, levando em consideração seus desejos e curiosidades. O professor propõe à turma a atividade de pesquisa, onde são escolhidos os temas pelos próprios estudantes, individualmente e depois agrupados por afinidades temáticas. Observamos que alguns aprendizes, durante este processo de seleção temática, abdicaram de seus temas para ficarem junto aos seus colegas preferidos. Neste momento é possível perceber as lideranças na turma, a capacidade de argumentação na escolha do tema dentro do grupo de pesquisa. Durante o levantamento das dúvidas provisórias e certezas temporárias, nós  percebemos todo o sistema de significações que constituem o conhecimento do grupo. São momentos primordiais, pois destes levantamentos é que surgirá toda a proposta de trabalho.

       Portanto são processos, segundo MAGDALENA e COSTA[4] que:

 

·     partem das indagações dos alunos e dos conhecimentos que eles já têm.

·     desenvolvem-se com a colaboração/cooperação interna e externa (diversidade);

·     rompem com horários, disciplinas, seqüências, pré-requisitos, hierarquias, espaço...;

·     fazem dos estudantes e dos professores aprendizes, construindo conhecimento interdisciplinar, em ambientes informatizados.

 

                   Motivados pela liberdade de escolha, o grupo de estudantes levantam as hipóteses, diante o problema central da pesquisa, direcionando a especificidade do tema escolhido, fazendo recortes temáticos, adequando ao espaço e tempo disponível para a atividade. A fonte de informações é variada, desde as virtuais aos livros, revistas, jornais, entrevistas, etc.

                   A medida que os estudantes vão organizando seus registros em um software de escrita colaborativa, o trabalho se desenvolve rapidamente. Além do professor proporcionar à turma novos conhecimentos de softwares específicos para o desenvolvimento desta proposta, tais como a construção de mapas conceituais, a edição de textos, de imagens, sons e vídeos, a pesquisa com buscadores na internet, são realizadas discussões importantíssimas: sobre a questão dos direitos autorais, o plágio, a ética, as posturas pessoais assumidas diante do trabalho do seu grupo e dos demais, até mesmo o processo de colaboração/cooperação com colegas de outras escolas.

                   Toda a proposta do projeto de aprendizagem leva o estudante à autonomia, a desenvolver sua criatividade, a ser solidário e cooperativo. Mas, não somente os aprendizes, mas também o próprio professor, à medida que buscará novos conhecimentos para orientar os temas escolhidos, a conhecer melhor as expectativas de sua turma, seus limites e possibilidades. Não existe uma receita pronta no desenvolvimento do projeto de aprendizagem, cada um se desenvolverá de acordo com a realidade local e com os recursos disponíveis.

 

 

5.2 Planejamento e organização do projeto de aprendizagem

 

       O projeto de aprendizagem faz parte da prática de ensino do Curso de Tecnologias da Informação e da Comunicação na Promoção da Aprendizagem, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. O projeto foi aplicado no Colégio Estadual Wolff Klabin – Ensino Fundamental, Médio e Normal, na cidade de Telêmaco Borba, Estado do Paraná, com estudantes do Curso de Formação de Docentes, modalidade Normal. Participou deste PA a turma da 4ª série (formandos), separados em duas turmas: A1 e A2. O nosso PA foi desenvolvimento com a turma A2 com 16 estudantes, no horário da disciplina de Prática de Ensino, no contra-turno escolar (13h30min às 18h). A professora parceira na execução da atividade prática foi a Prof.ª Maria Alice Piechnicki Rogel.

       O período previsto era de 19/03 a 08/05, sendo ampliado até 29/05, devido aos feriados e recessos escolares, sob a orientação da Prof.ª Tânia Barbosa Salles (UFES).

                   A Prof.ª Joseane Cíntia Piechnicki, ficou com a turma A1 e seus projetos de aprendizagem foram postados na mesma wiki que os nossos. Juntas criamos e administramos a página de escrita colaborativa para esta atividade, de forma que as duas turmas puderam compartilhar pesquisas e colaborar com os colegas. Os projetos de aprendizagem da turma com aula nas segundas-férias A1 foram nomeados de PA1 a PA5, e a turma das terças-feiras A2, nomeou seus projetos de aprendizagem de PA6 a PA9.

 

5.3 Recursos metodológicos e tecnológicos

 

                   Todo trabalho com esta proposta não teria sentido se não fosse utilizado metodologias inovadoras e recursos tecnológicos eficientes aos objetivos propostos. O tempo disponível para estas atividades é muito escasso, cabendo ao professor orientar seus estudantes para aproveitarem cada minuto da aula. Tivemos a facilidade de desenvolver as pesquisas no Colégio Estadual Wolff Klabin, no Curso Normal, pois utilizamos o período de aulas de Prática de Ensino dos estudantes, contando o tempo como Estágio Supervisionado. A intenção do professor-parceiro foi de instrumentalizar seus aprendizes para atuarem com sucesso junto aos estudantes da Educação Infantil e Séries Iniciais do Ensino Fundamental, pois além de conhecerem novas metodologias de ensino, se apropriarem de novos programas e softwares on-line, apresentados a seguir.

 

5.3.1 A metodologia da problematização do ensino

 

            A proposta do Curso Normal, onde atuamos com o projeto de aprendizagem, está organizada sob categorias de sustentação dos princípios pedagógicos que são: o trabalho, a ciência e a cultura. O trabalho nestes termos pode ser entendido como

 

...o eixo do processo educativo porque é através dele que o homem, ao modificar a natureza, também se modifica numa perspectiva que incorpora a própria história da formação humana [...] implica em compreender a natureza da relação que os homens estabelecem com o meio natural e social, bem como as relações sociais em suas tessituras institucionais, as quais desenham o que chamamos de sociedade.[5]

 

É no cotidiano que a escola que se percebe a importância deste princípio educativo. O aprendiz vivencia a prática de ensino, observando, participando e dirigindo atividades no campo de estágio. A metodologia da problematização do ensino, dentro da perspectiva histórico-crítica levanta argumentos a favor da conscientização no valor do trabalho humano, principalmente no que se refere à prática social. As questões sociais, econômicas, culturais e as diversas dimensões da análise de temas trabalhados em sala de aula, levam o aprendiz a perceber o seu papel, de seus familiares, de sua comunidade na construção de uma sociedade mais justa, focada no ser humano, questionando o consumismo desenfreado, o aquecimento global, o processo de massificação das informações pelos meios de comunicação.

Cabe ao professor, um papel de mediador neste contexto, instrumentalizar o aprendiz com bases científicas do trabalho humano e o conhecimento escolar passa a ser o núcleo fundamental da práxis pedagógica do professor. A formação do professor pressupõe o domínio dos conteúdos que serão objetos do processo ensino-aprendizagem e, por outro, o domínio das formas através das quais se realiza este processo.[6]

SAVIANE apud BERBEL[7]  nos dá uma explicação de problema interessante:

Uma questão em si, não caracteriza o problema [...]; mas uma questão cuja resposta se desconhece e se necessita conhecer, eis aí um problema. Algo que eu não sei não é um problema; mas quando eu ignoro uma coisa que eu preciso saber, eis-me então diante de um problema. Da mesma forma, um obstáculo que é necessário transpor, uma dificuldade que necessita ser superada, uma dúvida que não pode deixar de ser dissipada são situações que se nos configuram como verdadeiramente problemáticas.

 

            O aprendiz ao problematizar a realidade, estará refletindo sobre ela, dentro de um contexto vivido por ele ou mesmo presenciado. Os problemas extraídos pelo alunos passam a ser desafiadores e ricos, a medida que podem ser objeto de estudo sob diversos ângulos, de diferentes naturezas, pois segundo BERBEL[8], possibilitarão trata-lo em sua complexidade e chegar a algumas hipóteses de solução. Se podemos encontrar a resposta na literatura existente, a questão formulada não se constitui um problema, é apenas uma questão de informação.

O arco de Maguerez apud BERBEL[9] proposto na Figura 1 apresenta um esquema da metodologia da problematização do ensino. Percebe-se a importância da observação da realidade, das situações problemas, do levantamento dos pontos chaves, refletindo sobre que aspectos estão relacionados a eles. Estes dois momentos também fazem parte do projeto de aprendizagem, ou seja, o aprendiz com base em suas preocupações, interesses pessoais, questões intrigantes, vai selecionar um tema que será objeto de pesquisa, logo a seguir levantará suas dúvidas provisórias e certezas temporárias sobre o tema escolhido, que no método do arco chamamos de pontos chaves. Somente após estes momentos que o professor irá orientar o processo de teorização, ou seja, a pesquisa propriamente dita no processo de construção do conhecimento.

 

Figura 1: Proposta que Maguerez denominou Método do Arco[10]

                  

                   Na teorização as pesquisas e descobertas são sistematizadas pelo grupo de pesquisa e o professor orientará para sejam analisados diferentes ângulos dos problemas selecionados, de diferentes fontes. Este momento acontece durante o projeto de aprendizagem na escrita colaborativa, onde nós utilizamos o ambiente wiki.

                   A partir do momento que os estudantes sentem-se seguros diante da proposta de pesquisa, dos dados levantados, verificando se todas as questões propostas foram respondidas e entendidas passam a levantar hipóteses de solução para o problema. Segundo BERBEL[11] é neste momento que se compara as crenças iniciais, suas primeiras representações com as informações colhidos sob os diversos ângulos do problema, sistematizadas na escrita colaborativa, podendo ocorrer o reforço de algumas idéias iniciais e alterações de outras, assim como a necessidade de aprofundamento em determinadas questões. No projeto de aprendizagem utilizamos o método de mapas conceituais elaborados no início da projeto e no final das atividades, comparando as descobertas, a organização do tema nas estruturas mentais dos estudantes.

                   Contudo, o interessante deste método é justamente a etapa final, onde o aprendiz retorna a realidade para a aplicação das decisões tomadas no momento das hipóteses de solução. Sendo estas decisões executadas e encaminhas, possuindo componentes científico, social e político. A verdadeira transformação da realidade se dá a partir do momento que o aprendiz torna-se cidadão, com pequenas ações particulares, familiares ou mesmo coletivas, encaminhando pedidos as autoridades locais e regionais, participando de ongs ou movimentos estudantis, dependendo do problema levantado.

                   Esta vivência metodológica destaca a filosofia da práxis, no curso de Formação de Docentes, marca as condições que tornam possíveis a passagem da teoria à prática e assegura uma íntima unidade uma à outra. Segundo BERBEL[12] observamos que o estudante passa a ter um nível de consciência teórica relacionada com ou conseqüência de sua ação prática anterior, referente a esse objeto.

 

5.3.2 Mapas Conceituais – Cmap Tool

 

                   Mapas conceituais[13] é uma técnica pedagógica para organizar e representar o conhecimento. Os conceitos e as proposições são os blocos de construção do conhecimento em qualquer domínio. Foi criado por Joseph Donald Novak (1977) com base na aprendizagem significativa de David Ausubel (1968), cuja essência é que as idéias novas ancoram-se em conceitos relevantes que o aprendiz já sabe (subsunsores), pré-existentes na estrutura cogntiva de quem aprende.

                   É uma técnica muito flexível, podendo ser aplicada como instrumento de análise de currículo, recurso de aprendizagem: para orientação; exploração do que os estudantes já sabem; focar um conceito particular; observar a estrutura do pensamento em relação ao tema proposto; ponto de partida para novas pesquisas e aprendizagens, e entre outras, meio de avaliação.

O trabalho com os conteúdos estruturantes das disciplinas da Educação Básica e seus conteúdos específicos, segundo as Diretrizes Curriculares Estado do Paraná, se dará em quatro momentos: a sensibilização, a problematização, a investigação e a criação de conceitos, desta forma podemos observar, que a técnica apresentada facilita a compreensão, tanto do aluno como do professor, das construções lógicas que o aprendiz possui no momento da elaboração do seu mapa conceitual.

                   A edição de mapas pode ser feita manuscrita, ou com auxílio de softwares apropriados, tais como o Cmap Tool[14], um programa livre, em português, com possibilidade de inserção de áudio, vídeo, imagens, textos e links disponibilizados on-line; já o Inspiration é um software com linguagem visual, isto é, os conceitos podem ser representados com figuras.

                   A figura 2 traz um exemplo de mapa conceitual sobre mapa conceitual, observe que ele é escrito com conceitos destacados e relacionados entre si, através de frases de ligação.

 

Figura 2: Mapas Conceituais[15]

                   Os estudantes elaboraram duas versões de mapas conceituais: a primeira, antes da pesquisa no PA e a segunda após a sua finalização.

                   Na segunda versão, dos mapas elaborados pelos estudantes, podemos observar a evolução das implicações significantes (termo utilizado por Ítalo Dutra), de forma que o mapa é construído com ligações mais complexas.

                   DELEUZE e GUATTARI apud OKADA[16]

 

comentam que mapas abrem novos caminhos, possibilitam descobrir novos atalhos e estabelecer novas conexões. Os mapas não tem um único ponto de chegada ou de partida, e deve ser flexível e estar em contínua atualização. Eles esclarecem que um mapa deve estar inteiramente voltado para uma experiência ancorada no real.

 

                   Portanto, a técnica de mapas conceituais é muito eficiente na aplicação de projetos de aprendizagem, pois além de demonstrar a organização do pensamento, leva o aprendiz a se auto-avaliar, diante de suas pesquisas e reflexões.

 

5.3.3 Escrita colaborativa – Wiki

 

                   É uma recurso on-line para escrita colaborativa,

 

Na linguagem havaiana WIKI quer dizer “Muito Rápido”, e esta é uma ferramenta que pode realmente agilizar a escrita coletiva em várias comunidades na Internet. O WIKI permite a construção de hipertextos através do próprio navegador de páginas da internet. Quando você navega por páginas em um WIKI, pode encontrar um botão que lhe dá opções de fazer correções, acrescentar informaçõese até mesmo alterar todo o conteúdo da página.

Existem vários softwares para criar-se um WIKI, os dois mais famosos são desenvolvidos sob licença Open Source: O Mediawiki e o Twiki, estes programas são criados em PHP e banco de dados, ambos podem ser configurados para que somente pessoas com senha possam alterar os textos ou, se preferir permitir que qualquer visitante possa colaborar. O sistema conta com um registro de versões podendo, acompanhar todas as alterações realizadas em cada página do hipertexto e recuperá-la com alguns poucos cliques.[17]

 

                   O Wiki nos dá a oportunidade de compartilhar as pesquisas, de escrever colaborativamente, de enriquecer o trabalho com o uso de diversos recursos on-line, tais como vídeos, apresentações, imagens animadas, inserção de links e postagem de arquivos no servidor e ser editado por qualquer pessoa e lugar, para postar comentários, pode controlar os acessos e postagens identificadas.

                   Em nosso trabalho prático, na escola, utilizamos o servidor do pbwiki, que oferece 10mb de memória para armazenagem de dados, além de ser gratuito para educadores, com versões em português e com muitas opções de recursos.

                   O pbwiki tem a possibilidade de organizar as produções escrita no formato de um site, com menu na lateral direita e várias páginas interligadas. Chegamos a ter quase dois mil acessos, mas como o servidor do pbwiki limpou os contadores em 16 de agosto, no momento não podemos precisar o número total de acessos. Diante da grande procura, a nossa página recebeu 20mb de memória do servidor para seus arquivos.

 

5.3.4 Pesquisa on-line – Buscadores

 

Com os sistemas de busca, na rede mundial de computadores, o mais utilizado na escola é o google e o yahoo, os estudantes enriqueceram suas pesquisas, analisando sites, informações, imagens, vídeos...

A internet tem nos oferecido uma variedade de informações que precisam ser observadas com muita cautela, observando a procedência da informação, respeitando os direitos autorais ao utilizá-la, sempre informando o nome do autor e do site. Solicitamos aos estudantes que observassem as orientações no netiqueta, algumas dicas sobre os comportamentos mais adequados na rede.

Os buscadores nos oferecem a possibilidade de compartilharmos nossas pesquisas, postadas em wiki, blog, sites, servidores de vídeos, apresentações, imagens, etc.

    

5.3.5 Diário de bordo – Blog

 

                   O diário de bordo é um excelente instrumento de registro das atividades realizadas, das reflexões dos grupos de pesquisa, e das reflexões dos estudantes, podendo ser escrito individualmente ou em grupos. Através deste poderoso instrumento de acompanhamento das pesquisas o professor pode colaborar com o grupo de forma mais efetiva, isto é, percebendo suas dificuldades e os seus pontos fortes.

O diário de bordo é um espaço reservado para os alunos refletirem sobre seu processo de aprendizagem e relações com os colegas no curso. Seu conteúdo poderá ser acessado conforme o compartilhamento escolhido pelo aluno, sendo assim, quem tiver acesso poderá agregar comentários. Quando o aluno estiver em seu diário, ele tem a oportunidade de Incluir nova anotação.[18]

                  

                   O diário de bordo pode ser escrito em um blog pessoal ou do grupo, em cadernos, em espaços próprios para esta finalidade, como é o caso do EPROINFO, do Moodle ou na própria wiki, neste caso foi criada uma página, dentro do PA de cada grupo para que cada estudante organizasse seus registros. Acompanhe o registro de uma participante do tema “homicídios”

 

1ºEncontro: A professora nos passou como seria desenvolvido o projeto.Logo após "discutimos" o assunto que nós trabalharíamos (Jóyce Cristiane Rocha)

2ºEncontro: Como cada aluna escolheu um tema, nos organizamos em grupo e chegamos ao consenso que falaríamos sobre HOMÍCIDIOS e a partir disso iniciamos nosso mapa conceitual e nossas pesquisas.(Jóyce Cristiane Rocha)

3ºEncontro: Abordamos o livro "limite sem trauma", nesse livro encontrei assuntos interessantes que chamou bastante a minha atenção, nesses encontros consegui tirar as minhas dúvidas.(Jóyce cristiane Rocha)

4ºEncontro:Foi feita uma revisão sobre tudo que foi trabalhado,a aula foi bem atrativa pois consegui me auto-avaliar no que eu tinha errado e fiz uma correção em tudo que tinha feito. (Jóyce cristiane Rocha)[19]

                  

                   Podemos perceber o percurso que a estudante fez durante a aplicação do projeto de aprendizagem, apesar de tê-lo escrito sucintamente, por problemas de conexão, além de ser iniciante nesta forma de registro. No final do projeto, os estudantes perceberam a importância destes registros, pois ao sintetizar suas produções, fazerem suas auto-avaliações, recorreram aos registros. O diário de bordo também é importante para o professor acompanhar as atividades à distância, orientando e sugerindo links para a pesquisa.



[1] Depoimento da aluna após a construção do Projeto de Aprendizagem sobre o tema “abandono”. Disponível em http://projetodeaprendizagem.pbwiki.com/Di%C3%A1rio+de+Bordo+8 acessado em 19/08/2007 às 18h.

[2] Fagundes,  2007.

[3] Idem.

[4] MAGDALENA, 2003. p.16.

[5] SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ, 2006.

[6] Idem

[7] BERBE, 2005, p. 126.

[8] Idem, p. 127.

[9] BERBEL, 1996.

[10] Idem

[11] idem

[12] Idem

[13] MOREIRA, 1987. p. 15.

[15] MELLO, 2007.

[16] OKADA, 2006.

[17] MENTA, 2007.

[18] TELEDUC, 2007.

[19] CEWK, 2007.



[1] Depoimento da aluna após a construção do Projeto de Aprendizagem sobre o tema “abandono”. Disponível em http://projetodeaprendizagem.pbwiki.com/Di%C3%A1rio+de+Bordo+8 acessado em 19/08/2007 às 18h.

[2] Fagundes,  Léa da Cruz et all. Projeto de Aprendizagem? O que é? Como se faz? Disponível em http://www.portalensinando.com.br/ensinando/principal/conteudo.asp?id=2033 acessado em 19/10/2007. às 17h

[3] Idem

[4] MAGDALENA, Beatriz Corso; COSTA, Íris Elizabeth Tempel. Internet na sala de aula: com a palavra, os professores. Porto Alegre: Artmed, 2003. p.16

[5] SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DO PARANÁ. Orientações curriculares para o Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, em nível Médio, na Modalidade Normal. Curitiba, 2006. (doc)

[6] Idem

[7] BERBEL, Neusi Ap. Navas. A metodologia da problematização no ensino superior e sua contribuição para o plano da práxis. Semina: Ci. Soc./Hum., Londrina, v. 17, Ed. Especial, p. 7-17, nov, 1996.

[8] Idem

[9] idem

[10] Idem

[11] MOREIRA, Marco Antônio; BUCHWEITZ, Bernardo. Mapas Conceituais: instrumentos didáticos, de avaliação e de análise de currículo. São Paulo: Ed. Moraes, 1987. p. 15.

[13] MELLO, Rosângela Menta. Mapas Conceituais. Apresentação de pôster no II Simpósio de Filosofia. Curitiba: 2006. Disponível em: http://projetodeaprendizagem.pbwiki.com/Material+de+Apoio acessado em 20/10/2007 às 8h.

[14] OKADA, Alexandra. Cartografia cognitiva: novos desafios e possibilidades. Disponível em: http://cogeae.dialdata.com.br/soft/520/1/1/modulos/texto2.php acessado em 10/08/2006 às 10h.

[17] CEWK. PROJETO DE APRENDIZAGEM – Grupo Homicídios. Disponível em: http://projetodeaprendizagem.pbwiki.com/Di%C3%A1rio%20de%20Bordo%206 acessado em 18/10/2007 às 7h.

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